© 2017 CURTA BOTAFOGO | Direitos reservados | Reprodução autorizada desde que citada a fonte. 

  • Facebook Social Icon

POSTS RECENTES: 

22.10.2019

Please reload

INGLÊS SOB MEDIDA

AULAS PARTICULARES

 Foto: Lorena Mossa

 

Neste sábado, dia 10, o Curta Botafogo participou da manifestação na rua Professor Álvaro Rodrigues, em frente ao terreno onde deveria ser a extensão da rua Nelson Mandela até a General Polidoro. Assinamos abaixo-assinado, nos unindo à luta da Associação de Moradores e Amigos de Botafogo (AMAB).

 

Eu, que moro em Botafogo desde pequena, lembro bem que havia por uma ali uma passagem, fechada há mais de 20 anos.

 

Recordo que nos anos 1980, era um estacionamento pelo qual eu passava para ir para o estágio na rua Rodrigo de Brito ou para tomar uma cerveja no Barbas, que funcionava numa casa da rua Álvaro Ramos.

 

Hoje em dia, o Hortifruti ao lado do terreno é usado como passagem, o que incomoda, claro, quem está ali fazendo compras. Mas o pior é ainda quando o mercado está fechado, e as opções são pela rua Paulino Fernandes, sempre erma e escura à noite, e pela rua da Passagem, um pouco menos deserta, mas também um caminho perigoso.

 

Entenda a questão

 

O terreno é do estado e foi cedido para a Odebrecht para servir de canteiro de obras do metrô. Isso durou 20 anos. Antes não havia rua, mas o terreno servia de passagem. Sempre houve promessas de abri-la assim que as obras terminassem, o que até hoje não ocorreu. Inclusive a prefeitura do Rio aprovou, em 2006, um decreto-lei regulamentando a Nelson Mandela, que deveria ser estendida até a General Polidoro.

 

Foto: Lorena Mossa

 Terreno com projeto aprovado para abertura de rua

 

Quando a Odebrecht saiu do terreno, moradores se animaram. Pensaram que, enfim, a questão seria resolvida. Mas a associação foi surpreendida.

 

– Quando fomos procurar a Rio Trilhos, a presidente da empresa, Tatiana Vaz, disse que não reconheceria o decreto da prefeitura, que não abririam rua nenhuma e iam vender ou alugar o terreno para fazer dinheiro para o estado – explica Regina Chiaradia, presidente da AMAB, anunciando que a associação vai brigar pela área recorrendo ao Ministério Público.

 

 Regina Chiaradia. Foto: Lorena Mossa

 

Regina já avisou que a associação fará manifestações mensais no local. Precisamos divulgar para nossos vizinhos e nos unirmos para conseguir que o decreto-lei seja cumprido.

 

O Curta Botafogo vai continuar acompanhando o caso e compartilhando as informações com vocês. 

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload