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22.10.2019

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INGLÊS SOB MEDIDA

AULAS PARTICULARES

Cerveja artesanal na rua, sem frescura e sem dez por cento

 Igor Lazari e seu assistente Gilberto

 

A tão incensada cerveja artesanal já não é mais privilégio de bares caros. Aqui em Botafogo, por exemplo, ela pode ser encontrada – com variedade de rótulos, sabores e teores – no quiosque da Cervejaria Artesanal São Bartolomeu. O Bartô – para os íntimos – fica pertinho da saída Mena Barreto do metrô, o mais próximo da rua Voluntários da Pátria, e foi inaugurado no último carnaval.

 

Os responsáveis por trazer os produtos da São Bartolomeu de Juiz de Fora (MG) para cá foram Igor Lazari, Flávio Souza e Denis Monsores. ­A aposta dos sócios foi na simplificação da operação, em um ambiente menos formal, para diminuir o preço e ganhar no volume.

 

O sucesso foi quase instantâneo. “As pessoas acham que a cerveja artesanal tem de ser cara, que deve ser servida em lugares elegantes – os botecos chiques. A gente acredita em tornar a nossa cerveja de qualidade mais acessível”, explica Igor Lazari. E ele comemora o êxito da estratégia adotada: “A gente vende uma média de 250 litros de cerveja por semana”.

 

O quiosque possui quatro torneiras de chope, sendo três delas reservadas aos rótulos da São Bartolomeu. Como são 26 tipos diferentes, há um revezamento de rótulos próprios. A quarta torneira é sempre para uma cervejaria convidada, seguindo o espírito de camaradagem característico dos cervejeiros artesanais. Os preços variam de R$ 8 a R$ 15.

 

As campeãs de vendas do quiosque são a Belgium Blond Ale – uma cerveja suave, com pouco lúpulo, aroma frutado e leveduras marcantes – e a IPA 9, uma India Pale Ale com adição de caju.

 

 

 

Porco amarelo

 

O símbolo da cervejaria é um porco amarelo, em homenagem ao primeiro produto da fábrica: as linguiças artesanais. Pelo mesmo motivo, o nome São Bartolomeu homenageia o santo dos açougueiros. Atualmente, a fábrica de Juiz de Fora produz seis mil litros de cerveja por mês, mas seus proprietários planejam abrir uma filial no Rio de Janeiro em julho.

 

O quiosque da São Bartolomeu abre todos os dias da semana, das 16h às 2h. Mas quem quiser continuar a festa depois do horário pode levar para casa um growler – garrafão retornável – que mantém a cerveja fresca e pode ser enchido no próprio quiosque.

 

Vale destacar que o Bartô costuma levar bandas para animar a happy hour. Quinta-feira passada, o Curta Botafogo parou para ouvir o rock da Pirâmide. E, como cerveja tem tudo a ver com música, é bom lembrar que, às segundas-feiras, costuma rolar uma improvisada rodinha de samba. 

 

 

 

Três torneiras da São Bartolomeu e uma para cervejaria convidada

 

 

 

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